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21/03/2006
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21/03/2006

Crescimento

Indústria ainda aguarda medidas de desoneração dos investimentos

A Confederação Nacional da Indústria [CNI] elaborou o documento “Avaliação do Desenvolvimento das Agendas Pró-Crescimento e Mínima”, com o objetivo de pressionar o governo a implementar as propostas que vão permitir maior competitividade das empresas brasileiras e a criação de condições favoráveis ao desenvolvimento.

Estes estudos foram entregues ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na semana passada e apresenta os avanços alcançados até o momento, como a
desoneração dos bens de capital e a adoção de medidas de incentivo às
exportações e investimentos, além de registrar os pontos que ainda precisam da ação efetiva do governo para garantir a expansão da produção.

Segundo avaliação da CNI, o ciclo de desoneração dos investimentos precisa ser completado com o prosseguimento do processo de alongamento dos prazos de recolhimento de tributos para aproximá-los das atuais práticas comerciais, aperfeiçoar o marco regulatório da área ambiental e
aprovar a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas, com alterações que garantam a desburocratização e o aperfeiçoamento do regime tributário.

Agenda Pró-Crescimento

A Agenda Pró-Crescimento, apresentada pela CNI ao presidente da República em abril de 2004, contempla as principais ações para assegurar o crescimento econômico.

No ano passado, a CNI elaborou a Agenda Mínima para a Governabilidade, em conjunto com outras confederações empresariais brasileiras, que identificou propostas e projetos que já faziam parte das agendas de trabalho do governo e evitar que a crise política
provocasse impactos na economia.

Segundo a CNI, “o efetivo aproveitamento do potencial de crescimento econômico do país depende de avanços em questões estruturais ao longo dos próximos anos, como as reformas tributária e trabalhista”.

Para o setor industrial, também é fundamental que o governo promova a contenção dos gastos públicos, permitindo, por outro lado, que haja o aperfeiçoamento da gestão pública e a redução da carga tributária.

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