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Indústria brasileira quer previsibilidade de recursos para investir

Representantes das indústrias de defesa do Brasil defendem a adoção de mecanismos que mantenham a previsibilidade de recursos para as Forças Armadas como condição para seguir investindo no desenvolvimento de equipamentos bélicos.

 

O assunto é um dos principais temas discutidos no VI Seminário Livro Branco de Defesa Nacional, que se realiza na capital paulista promovido pelo ministério da Defesa com o apoio das principais empresas brasileiras do setor.

 

Nesta terça-feira, 30, o ministro da Defesa, Celso Amorim, afirmou que trabalha para dotar as Forças Armadas de um orçamento compatível com as pretensões do país na cena internacional.

 

Amorim reafirmou que precisará do apoio de seus colegas da equipe econômica para que os recursos da Defesa não sejam cortados nem contingenciados.

 

Para o presidente da Frente Parlamentar da Defesa Nacional, deputado Carlos Zarattini (PT-SP), o futuro da indústria nacional depende das compras feitas pelo próprio governo federal.

 

Segundo ele, “a indústria estratégica de defesa deve ser privilegiada nas compras com a dispensa de licitação e redução da carga tributária. Além disso, temos de garantir fontes de financiamento para projetos de médio e longo prazos pondo fim as interrupções provocadas pela falta de recursos”.

 

Zarattini explicou que a Frente está se organizando para garantir que parte dos royalties do petróleo sejam efetivamente destinados à Defesa.

 

Atualmente, apenas a Marinha faz jus aos royalties, mas a maior parte dos recursos é contingenciada e a força não recebe nada.

 

“A indústria também precisa se organizar para que a defesa nacional entre de uma vez na agenda nacional. Além disso, os partidos políticos devem debater internamente o assunto e as universidades precisam se engajar mais”, defendeu o parlamentar.

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