Brasília, 19 de novembro de 2018 - 06h20

Oriente Médio

02 de agosto de 2012
por: InfoRel
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O governo de Israel está preparado para a queda do presidente sírio Bashar al Assad que poderá resultar numa onda de refugiados pela fronteira entre os dois países, próxima às Colinas de Golã.



De acordo com o oficial do Exército israelense, que não pôde ser identificado, em Golã, por razões humanitárias, os sírios que desejarem deixar o país poderão ingressar em território israelense.



Ele disse ainda que os obstáculos à passagem da população civil síria são criados pelos militares daquele país.



Próximo ao posto fronteiriço - único - em Golã há duas cidades sírias. Cunetra, por exemplo, foi bombardeada pelas forças do governo por ser de maioria sunita. As cidades de maioria alauítas, uma minoria a qual pertence Assad, têm sido preservadas.



A agência das Nações Unidas para os refugiados informou que mais de 130 mil sírios já deixaram o país em direção à Jordânia, Turquia, Iraque e Líbano.



De qualquer forma, o Exército de Israel irá avaliar cada caso para evitar que terroristas ingressem em seu território.



Outra preocupação de Israel diz respeito aos campos minados próximos a Golã, região que o país conquistou em 1967 na Guerra dos Seis Dias.



Estudantes drusos que deixavam a Síria acabaram presos entre minas e tiveram de ser resgatados um a um na semana passada.



Os militares israelenses afirmam que Golã vive um dia-a-dia de tensões uma vez que os conflitos na Síria já chegaram muito próximos às colinas.



Em Tel Aviv, a preocupação dos militares é com o futuro. Ao mesmo tempo em que consideram a queda de Assad como uma questão de tempo, discutem o futuro das relações.



Em Golã, há 38 anos não se registra nenhum tipo de conflito apesar do permanente estado de tensão que se vive ali.



As Colinas de Golã têm 18 mil km² dos quais 12 mil km² são administrados por Israel. Cerca de 20 mil israelenses vivem ali próximos a quatro povoados drusos que somam outros 20 mil habitantes.

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