Brasília, 13 de novembro de 2018 - 01h42

Lula e Daniel Ortega condenam golpe de Estado em H

28 de julho de 2010
por: InfoRel
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Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, do Brasil, e Daniel Ortega, da Nicarágua, reafirmaram nesta quarta-feira, em Brasília, que a crise política em Honduras é resultado de um golpe de Estado que não pode servir de exemplo para novas aventuras antidemocráticas.



Ambos condicionam o reingresso de Honduras à Organização dos Estados Americanos (OEA) à retirada de todos os processos contra o presidente deposto, Manuel Zelaya.



Honduras foi um dos principais temas da agenda dos dois presidentes, que também reafirmaram a preocupação com a postura dos demais países da América Central em relação ao tema.



Recentemente, uma comissão da OEA esteve no país e deve apresentar um informe à Assembléia Geral da entidade. Honduras precisa do voto de 22 dos 33 países membros para ter o seu pedido de reingresso aceito.



Brasil e Venezuela não aceitaram integrar a comissão que foi a Honduras avaliar o estado dos direitos humanos após a posse do presidente Porfírio Lobo.



Durante o encontro com Daniel Ortega, Lula cobrou mais presença da Organização das Nações Unidas (ONU) na América Central.



Segundo ele, “a ONU deve interessar-se mais pelas transformações em curso na nossa região, onde florescem projetos democráticos para a incorporação de maiorias historicamente excluídas. Ela própria deve reformar-se com vistas a superar flagrante desequilíbrio na representação entre Estados em seu Conselho”, afirmou.



Parceria



Luiz Inácio Lula da Silva, que é amigo antigo do líder sandinista, defendeu o aumento das importações de produtos nicaragüenses para o Brasil como forma de equilibrar a balança comercial entre os dois países.



Ele também destacou a importância de um acordo entre o Mercado Comum do Sul e o Sistema de Integração Centro-Americana (Sica). Em agosto, Lula assume a presidência rotativa do Mercosul e pretende impulsionar as negociações.



Daniel Ortega aproveitou para elogiar o papel do Brasil na questão do Irã. De acordo com o nicaragüense, o país contribuiu para evitar um conflito.

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