Conselho do Mercado Comum – Comunicado Conjunto
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Mais integração para enfrentar a crise

Mais integração para enfrentar a crise

Nesta segunda-feira, os responsáveis pela economia regional, incluídos os banco centrais dos países sul-americanos, decidiram que somente mais integração para que a região minimize os efeitos negativos da crise financeira global.

Na sétima reunião extraordinária do Conselho Mercado Comum, 12 países discutiram em Brasília como coordenar as ações de enfrentamento da crise.

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, defendeu o fortalecimento da integração e descartou a adoção de medidas protecionistas.

O chanceler afirmou que a região precisa de mais comércio. “A resposta para a crise não é o protecionismo, sobretudo dentro do Mercosul. As medidas mais adequadas seriam, mais integração, mais comércio intra-regional, menos subsídio e menos distorção”, destacou.

Nenhum acordo foi assinado, mas ficou acertado que haverá um maior intercâmbio de informações entre as áreas econômicas no acompanhamento da crise.

A integração financeira será reforçada por meio da União das Nações Sul-Americanas (Unasul) e do Banco do Sul.

Recentemente, Argentina e Brasil firmaram um acordo que prevê a utilização de moedas próprias nas transações comerciais, abolindo o dólar. O mesmo deverá ser adotado pelo restante dos membros do Mercosul.

No dia 15 de dezembro, os presidentes dos países que integram o bloco, se reúnem em Salvador quando as propostas serão consolidadas.

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