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21/06/2017
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21/06/2017

Comércio Exterior

Marcos Pereira destaca importância de ampliação de acordo com o México

Brasília – O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, recebeu nesta terça-feira, 13, em Brasília, o negociador-chefe da delegação mexicana, o Subsecretário de Comércio Exterior do México, Juan Carlos Baker, que está no Brasil para as negociações de ampliação e aprofundamento do Acordo de Complementação Econômica nº 53 (ACE 53).

Ele participa, esta semana, da sexta rodada de encontros entre técnicos brasileiros e mexicanos para aprofundar o acordo. De acordo com Baker, as negociações tiveram avanços e a intenção do México é ampliar a integração com Brasil. O ministro Marcos Pereira disse que a sua expectativa é de que a ampliação do ACE-53 seja concluída com brevidade, se possível ainda este ano. Segundo o ministro o acordo ampliado pode representar um marco nas relações bilaterais e uma resposta estratégica às mudanças em curso na região e no mundo.

As negociações em Brasília terminam nesta quarta-feira, 14. Uma nova rodada está agendada para agosto deste ano, no México.

Marcos Pereira  também tratou do tema em abril deste ano, durante o Fórum Econômico Mundial para a América Latina, em Buenos Aires, na Argentina, quando reuniu- se com o Secretário de Economia do México, Ildefonso Guajardo. Ambos demonstraram disposição em fortalecer a relação comercial bilateral e avançar na ampliação do ACE-53. 

Intercâmbio Brasil-México

Nos primeiros cinco meses de 2017, as exportações brasileiras para o México foram de US$ 1,7 bilhões, o que representou um aumento de 17,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. No ano passado, o México foi o oitavo país com maior fluxo de comércio com o Brasil, quando os embarques brasileiros totalizaram US$ 3,813 bilhões (crescimento de 6,3% em relação a 2015). No mesmo período, nossas importações do mercado mexicano foram de US$ 3,528 bilhões resultando em superávit de US$ 285,3 milhões para o Brasil.

Os principais produtos brasileiros exportados para o México, são automóveis de passageiros, veículos de carga, motores para automóveis, autopeças e minério de ferro. O Brasil importa do México principalmente automóveis de passageiros, autopeças, ácidos carboxílicos, instrumentos e aparelhos de medida e precisão e máquinas automáticas para processamentos de dados.

Em 2016, 3.369 empresas brasileiras realizaram exportações ao México, um aumento 7% na comparação com 2015.

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