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05/08/2010

MDIC e Apex promovem missão empresarial ao Chile

MDIC e Apex promovem missão empresarial ao Chile

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) promovem, de 09 a 11 de agosto, missão empresarial à capital chilena, Santiago, para ampliar o fluxo comercial e de investimentos e explorar possibilidades de cooperação entre os setores produtivos de Brasil e Chile.

 

Para tanto, foram selecionadas 40 empresas brasileiras que irão participar de rodadas de negócios e seminários sobre a possibilidade de expansão do comércio entre Brasil e Chile.

 

Para aumentar a possibilidade de retorno do investimento, tanto do governo quanto das empresas que integram a missão, tiveram preferência empresas com experiência internacional e potencial exportador.

 

O objetivo da missão é encontrar clientes chilenos nos setores de engenharia e construção civil, produtos químicos, instrumentos de precisão, materiais elétricos e eletro-eletrônicos, máquinas e equipamentos para indústria da mineração, equipamentos e implementos agrícolas, meio ambiente e geração de energia, produtos farmacêuticos e produtos médicos e hospitalares.

 

Os setores foram pré-definidos de acordo com estudo de inteligência comercial, que avaliou, inclusive, o potencial de negócios.

 

Programação

 

09/08 – A delegação brasileira chega a Santiago e, no mesmo dia, promove um seminário de nivelamento, com informações sobre o mercado chileno, para os empresários brasileiros.

 

10/08 – No dia seguinte acontece a Rodada de Negócios, onde cada empresa brasileira recebe vários compradores potenciais ao longo do dia.

 

11/08 – O último dia é livre para que os empresários possam visitar as plantas e escritórios de possíveis clientes chilenos.

 

Primeiros passos rumo ao exterior

 

Para a Missão Empresarial ao Chile foram convidadas empresas que se cadastraram em programas do MDIC como “Primeira Exportação”, “Redeagentes”, “Encomex” e “Vitrine do Exportador”.

 

Esses programas são coordenados pela Secretaria de Comércio Exterior do MDIC e promovem a inserção competitiva de empresas brasileiras no mercado internacional.

 

A iniciativa é uma forma de dar continuidade ao esforço pela criação de uma cultura exportadora no país.

 

Corrente de comércio

A missão empresarial ao Chile será realizada no momento em que o comércio bilateral está em expansão. Nos primeiros sete meses deste ano, as trocas comerciais passaram de US$ 2,73 bilhões para US$ 4,40 bilhões, crescimento de 61,4%.

 

De janeiro a julho de 2010, as exportações brasileiras ao Chile totalizaram US$ 2,19 bilhões, o que representa um acréscimo de 60,2% em relação ao mesmo período de 2009, quando o resultado foi de US$ 1,37 bilhão.

 

Por conta desse aumento, a participação chilena no total das exportações do Brasil subiu de 1,6% para 2,0%. Com o resultado acumulado nos primeiros sete meses de  2010, o Chile posicionou-se como o 11º mercado para os produtos brasileiros.

 

Já as importações brasileiras de produtos chilenos, no período em análise, registraram aumento de 61,8%, passando de US$ 1,36 bilhão em 2009 para US$ 2,21 bilhões em 2010.

 

A participação do Chile na pauta importadora brasileira avançou de 2,0% para 2,3% em relação ao total. De janeiro a julho de 2010, o país ficou na décima posição entre os mercados fornecedores ao Brasil, uma acima da posição de 2009 (11ª).

 

Considerando as exportações brasileiras à Aladi (com exceção dos países do Mercosul), o Chile ficou como o primeiro mercado no bloco, representando 21,8% das vendas no período entre janeiro e julho de 2010.

 

Nas importações brasileiras, o Chile ficou também em primeiro lugar neste grupo de países, respondendo por 31,5% das compras.

 

A participação das exportações brasileiras nas importações totais do Chile oscilou entre 6,3% e 9,0%.

 

Em 2009, o percentual foi de 6,3%, abaixo dos dois anos anteriores: 7,7%, em 2008, e 9,0%, em 2007.

 

As importações brasileiras originárias do Chile corresponderam a 5,0% das exportações mundiais desse país em 2009, percentual inferior aos anotados nos dois anos anteriores, de 5,1% em 2007 e de 6,3% em 2008.

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