Defesa

Mercosul – SICA
05/05/2005
Mercosul
05/05/2005

Política e Estratégia

Militares debatem polítca externa e as relações com o Oriente Médio

Os estagiários dos cursos de Política e Estratégia das escolas superiores das três Forças e da Escola Superior de Guerra estiveram no Ministério das Relações Exteriores, onde assistiram a duas palestras sobre “Política Exterior do Brasil”, ministrada por Gilvânia Maria de Oliveira – conselheira do Itamaraty, e “O Brasil e o Oriente Médio”, apresentada pelo ministro Sarkis Karmirian – diretor do departamento do Oriente Médio e Ásia Central.

Os estagiários assistiram ainda às aulas sobre os temas: “O Brasil e os países da América do Sul”, ministrada pelo ministro Afonso Álvaro de Siqueira Carbonar, cônsul-geral adjunto do ministério das Relações Exteriores, e “Narcotráfico e Delitos Conexos”, proferida pelo ministro Marcos Vinicius Gama, coordenador geral de Combate a Ilícitos Transnacionais, do Itamaraty.

Até o dia 14, eles estarão visitando as organizações militares baseadas nas regiões Norte e Nordeste. Depois da visita ao Itamaraty e ao Ministério da Defesa, eles realizaram visita ao Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo [CINDACTA I], em Brasília, a Base Aérea de Anápolis [GO].

Em seguida, viajaram para Carajás [PA], com o objetivo de conheceram a Companhia Vale do Rio Doce. Nesta quinta-feira, os estagiários, oficiais militares, visitam o Comando Militar da Amazônia, com sede em Manaus [AM].

Durante visita realizada ao ministério da Defesa, os oficiais tiveram encontro com oficiais de Angola, Argentina, Bolívia, Colômbia, Equador, México, Namíbia e Venezuela.

De acordo com o Coronel Vitor Hugo Meninéa, instrutor-chefe do curso de Política e Estratégia e Alta Administração do Exército, “a visita ao Itamaraty complementa os estudos de um grupo de matérias que abrange conjuntura, política e relações internacionais”.

O Coronel da Aeronáutica colombiana, César A. Cano, ficou impressionado com o sistema de defesa aérea do Brasil. “Na Colômbia, temos meios de defesa aérea eficientes, mas em menores proporções, não tão desenvolvidos como o concebido pelo Brasil. Depois desta viagem, poderemos usar todo o conhecimento adquirido para aprimorar o sistema de defesa aéreo da Colômbia”, afirmou.

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