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Ministro reafirma compromisso com a modernização d

06 de maro de 2012
por: InfoRel

Brasília - O ministro da Defesa, Celso Amorim, reafirmou nesta terça-feira, 6, o compromisso do governo com o processo de reequipamento e modernização das Forças Armadas. Segundo ele, a presidente Dilma Rousseff está recriando as condições de trabalho para os militares.



Ele também fez questão de minimizar possíveis problemas com os militares por conta da Comissão da Verdade, aprovada em 2011 e que ainda não foi instalada. Ela deve investigar fatos ocorridos durante o regime militar.



Celso Amorim explicou que a Comissão da Verdade não vai punir civis ou militares uma vez que a Lei de Anistia veda a punição para crimes políticos cometidos entre 2 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979.



Segundo ele, "a lei foi objeto de muita negociação, foi pactuada. O governo respeitará o que foi pactuado, até porque o que foi acordado está na lei. Então, não há discussão sobre isso. Há muita especulação infundada".



O ministro acredita que o assunto será contornado sem maiores traumas, pois confia no profissionalismo dos militares.



"Nós estamos dando condições materiais para isso (preparo dos militares). E vamos continuar dando com o Plano de Articulação e Equipamento de Defesa (PAED). Estamos também atentos às questões que dizem respeito às condições de vida material das Forças Armadas", destacou.



Programa Antártico



Em audiência no Senado Federal, o ministro da Defesa, Celso Amorim, assegurou que o governo dará continuidade ao Programa Antártico com a reconstrução da Estação Antártica Comandante Ferraz, destruída parcialmente por um incêndio no dia 25 de fevereiro.



"Reitero o compromisso da presidente Dilma Rousseff, declarado no dia do acidente, no sentido de reconstruir as instalações. Não só iremos fazer como faremos melhor, partindo da experiência acumulada e respeitando os anseios da comunidade científica brasileira", afirmou.



De acordo com Celso Amorim, para 2012 será necessária uma verba extra de R$ 40 milhões que serão empregados na elaboração do projeto preliminar da nova base, cobrir custos de reflutuação de uma chata que afundou quando transportava combustível para a estação, remoção dos escombros, pagamento das despesas referentes ao apoio prestado pelo Chile e para o trabalho inicial de retirada das instalações destruídas e limpeza do local, obrigatório segundo as determinações do Tratado de Madri, sobre a preservação do continente antártico.



Ele explicou que uma equipe de quatro militares da Marinha ficará na Base Antártica Presidente Frei, do Chile, para cuidar da manutenção das instalações remanescentes.



A reconstrução deve começar no verão de 2013/2014, custará cerca de R$ 100 milhões e deverá ficar pronta em até quatro anos. O novo projeto levará em conta experiências recentes de outros países, como Espanha e Coréia do Sul.



O ministro da Defesa garantiu ainda que 60% das pesquisas foram preservadas e que os navios Almirante Maximiano e Ary Rongel serão reaparelhados e usados como "estação polar flutuante".

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