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Missão da ONU no Haiti terá 12 mil militares

Missão da ONU no Haiti terá 12 mil militares

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou nesta terça-feira o aumento do efetivo da Missão de Estabilização do Haiti (Minustah) em mais 3,5 mil militares.

De acordo com o organismo, os militares vão reforçar a segurança em Porto Príncipe e participar das operações de resgate.

Com a decisão, o contingente da Minustah passa para 8.940 militares. O número de policiais aumenta para 3.711.

Como o efetivo passa dos atuais 9 mil homens para 12.651, a organização estuda adaptar a resolução que criou a missão no Haiti, comandada pelo Brasil.

A ONU também confirmou que 47 funcionários morreram e cerca de 500 continuam desaparecidos.

O número de mortos no Haiti poderá passar dos 200 mil. Estimativas dão conta que mais de 70 mil corpos foram enterrados em valas comuns.

Os feridos somam 250 mil e 1,5 milhão de haitianos estão desabrigados.

Na segunda-feira, uma reunião em Santo Domingo com a participação dos presidentes haitiano, René Prèval, e da República Dominicana, Leonel Fernández, concluiu que serão necessários pelo menos US$ 10 bilhões para a reconstrução do país.

Eles acreditam que o Haiti precisará de um aporte de US$ 2 bilhões anuais por cinco anos.

No dia 25, em Montreal, será realizada uma conferência dos países amigos do Haiti. O objetivo do encontro é firmar um acordo internacional de ajuda ao país.

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, que anunciou no domingo a realização do encontro aguarda a confirmação dos demais chanceleres para assegurar sua presença.

Entre 26 e 29 de janeiro, será realizada uma reunião de delegados e ministros da Defesa da União das Nações Sul-Americanas (Unasul), em Manta, Equador.

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