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O papel do Brasil na paz e segurança internacionai

O papel do Brasil na paz e segurança internacionais

Especialistas brasileiros e estrangeiros se reúnem nesta segunda-feira, 21, em Ottawa, para discutir o papel do Brasil na paz e segurança internacionais.

O evento é promovido pelo ministério das Relações Exteriores e de Comércio Internacional do Canadá.

De acordo com o conselheiro político da Embaixada do Canadá em Brasília, Michael Harvey, os servidores públicos canadenses têm grande interesse em entender a posição do Brasil nos foros internacionais de paz e segurança.

Segundo ele, “o crescente papel que o Brasil desempenha no sistema internacional torna indispensável para os formuladores de políticas de paz e segurança  no Canadá uma melhor compreensão do impacto internacional do Brasil, assim como dos fatores e dos interesses que influem nas posições brasileiras”.

Os palestrantes vão discutir temas como a manutenção e construção da paz, assistência humanitária, respostas a situações de emergência humanitária, segurança marítima, não proliferação nuclear, e arquitetura da governança global, entre outros. 

A Evolução da Identidade de Segurança do Brasil: Regionalismo e Aspirações Globais

9h30 – Abertura

Nadia Burger, diretora de Defesa e da Divisão de Relações de Segurança

Weldon Epp, diretor da Divisão de Pesquisa sobre Políticas (co-moderador)

9h45 – Painel 1 – A Identidade da Segurança do Brasil nas Américas

Questões para o debate:

1. Quais são os interesses regionais e sub-regionais do Brasil em se tratando de segurança? A liderança faz diferença? A abordagem da presidente Dilma Rousseff para questões de segurança regional – incluindo o planejamento – é diferente da abordagem da gestão de Lula?

2. Quais são os interesses estratégicos do Brasil na “Amazônia azul”? O que o Brasil percebe como ameaças ou desafios para os seus interesses estratégicos nessa região?

3. Quais são as diretivas em escala regional do programa nuclear do Brasil e quais são as implicações para a segurança regional?

Salvador Ghelfi Raza, professor de Assuntos de Segurança Nacional no Centro Hemisférico para Estudos de Defesa, da Universidade de Defesa Nacional, em Washington, DC.

Matias Spektor, coordenador do Centro de Relações Internacionais, Fundação Getúlio Vargas, Rio de Janeiro (por videoconferência).

Jean Daudelin, professor assistente da Escola Norman Paterson de Assuntos Internacionais, vinculada à Universidade de Carleton.

Debate:

Kai Michael Kenkel (debatedor), professor assistente do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

11h30 – Painel 2 – Brasil: ator de segurança internacional no cenário mundial

Questões para o debate:

1. Quais são os interesses globais do Brasil em se tratando de segurança e qual é a sua “identidade”? A liderança faz diferença? A abordagem da presidente Dilma Rousseff para questões de segurança internacional – incluindo o planejamento – é diferente da abordagem da gestão de Lula?

2. Que papel os parceiros internacionais podem desempenhar para apoiar as reformas de defesa do Brasil e reforçar a sua capacidade para lidar com ameaças não tradicionais ou fora de área?

3. Qual é o papel da opinião pública na formação de doutrina de defesa do Brasil e do ideário de segurança internacional? Até que ponto os brasileiros apoiarão uma expansão nacional fora de sua área de atuação (por exemplo, na manutenção da paz e construção da paz)?

Luis Bitencourt, professor de Assuntos de Segurança Nacional no Centro Hemisférico para Estudos de Defesa, da Universidade de Defesa Nacional, em Washington, DC.

Kai Michael Kenkel, professor assistente do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC-Rio.

Debate

Letícia Pinheiro (debatedora), professora assistente do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) – por videoconferência).

12h55 – Almoço de trabalho

Com comentários de Neil Reeder, Diretor Geral da América Latina e do Caribe e o ponto de vista in loco de Michael Harvey, Conselheiro da Embaixada do Canadá no Brasil.

14h25 – Painel 3- Abordagens do Brasil para a não-proliferação nuclear e planejamento multilateral do controle de armas

Questões para o debate:

1. Quais são as diretrizes do Brasil quanto a um planejamento internacional de não proliferação nuclear (e não-nuclear)?

2. Quais são as implicações da política nuclear do Brasil para a não-proliferação nuclear – incluindo sua posição sobre garantias, o seu programa de enriquecimento de urânio e os planos para os submarinos de propulsão nuclear)?

Matias Spektor, coordenador do Centro de Relações Internacionais, Fundação Getúlio Vargas, Rio de Janeiro (por videoconferência).

Salvador Ghelfi Raza, professor de Assuntos de Segurança Nacional no  Centro Hemisférico para Estudos de Defesa, da Universidade de Defesa Nacional, em Washington, DC.

Debate

Andrew Hurrell (debatedor), professor do programa Montague Burton de Relações Internacionais, Balliol College, Universidade de Oxford.

15h50 – Painel 4 – Investimentos estratégicos do Brasil e relacionamentos: relações Sul-Sul e marcas de uma expansão global

Questão para o debate:

1. Diante das diretivas econômicas relacionadas à crescente influência do Brasil em escala global e à sua posição no mundo dos negócios, quais são as implicações estratégicas e de segurança, se houver, dos objetivos políticos e econômicos do Brasil (como por exemplo  na economia política)?

Letícia Pinheiro, professora assistente do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) – por videoconferência).

Luis Bitencourt, professor de Assuntos de Segurança Nacional no Centro Hemisférico para Estudos de Defesa, da Universidade de Defesa Nacional, em Washington, DC.

Andrew Hurrell, professor do programa Montague Burton de Relações Internacionais, Balliol College, Universidade de Oxford.

Debate

Jean Daudelin (Debatedor), Norman Paterson School of International Affairs (NPSIA), Carleton University.

17h20 – Considerações finais

John Bonar, Diretor da Divisão de Defesa e de Relações de Segurança.

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