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Oriente Médio: Amorim rebate críticas

Oriente Médio: Amorim rebate críticas

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, rebateu as críticas à política externa brasileira, principalmente quanto à participação do Brasil na crise envolvendo o programa nuclear iraniano.

Em viagem ao Oriente Médio, Celso Amorim afirmou que o Brasil ainda é visto com olhos pequenos por parte daqueles que não compreender que o país adquiriu grandeza no cenário internacional.

Segundo ele, “os críticos de fora do Brasil também não querem a participação [em questões da paz e segurança mundiais] da Índia, da África do Sul ou da Turquia, pois querem preservar o monopólio do poder que têm”.

“Já no Brasil [os críticos] são pessoas que não conseguem compreender que – sem nenhuma megalomania, sem nenhum exagero, o Brasil tem um tamanho e uma grandeza no cenário internacional”.

Para o chanceler, os esforços empreendidos pelo Brasil nos últimos oito anos em prol de uma solução pacífica para a crise no Oriente Médio, foram positivos.

“Política externa não é uma coisa que se faz com um horizonte de um ou dois mandatos, mas nós iniciamos um processo e temos hoje uma relação de intimidade e de conhecimento dos problemas que não sonhávamos ter dez anos atrás”, afirmou.

Celso Amorim também enfatizou que a participação do Brasil nas negociações de paz interessa aos líderes da região.

De acordo com o ministro, “há um interesse na participação do Brasil, sinto isso da parte dos palestinos, dos israelenses e dos iranianos, e de outros, como os egípcios e sírios”.

Na avaliação do chanceler brasileiro, os principais problemas para a paz mundial estão concentrados no Oriente Médio.

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