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Peru assume Conselho de Defesa Sul-Americano

Peru assume Conselho de Defesa Sul-Americano

O Peru assumiu nesta segunda-feira a presidência pro tempore do Conselho de Defesa Sul-Americano (CDS) com o propósito de trabalhar pela implementação do Protocolo de Paz, Segurança e Cooperação, firmando no âmbito da União das Nações Sul-Americanas (UNASUL).

Desde a sua criação em 2008, o CDS era presidido pelo Equador que no ano passado transferiu o comando da UNASUL à Guiana.

Caberá ao ministro da Defesa peruano, Jaime Thorne, coordenar-se com os demais países da região para que as políticas de defesa já discutidas e aprovadas sejam implementadas.

Segundo Thorne, “em conjunto com o ministério de Relações Exteriores trabalharemos intensamente até concretizar o Protocolo de Paz, Segurança e Cooperação, defendido pelo presidente Alan García, com a finalidade de sentar as bases firmes e vinculantes para que a América do Sul seja verdadeiramente uma zona de paz”.

O Protocolo foi aprovado na Reunião Extraordinária de chanceleres e ministros da Defesa da UNASUL, em Quito, no dia 27 de novembro de 2009. Trata-se de um conjunto de propostas sugeridas pelo presidente peruano.

Estão previstas a homologação dos gastos militares, ações conjuntas para o enfrentamento de desastres naturais e o intercâmbio de conhecimentos sobre tecnologia militar.

“Continuaremos com o esforço de seguir promovendo a paz para superar as percepções divergentes. O Peru trabalhará para impulsar o Plano de Ação 2010-2011 que destaca as medidas de fomento da confiança de segunda geração”, afirmou Jaime Thorne.

Criado em 11 de dezembro de 2008 durante a III Reunião de Chefes de Estado da UNASUL, o Conselho de Defesa Sul-Americano é a instância de consulta, cooperação e coordenação em matéria de Defesa, dos 12 países sul-americanos.

Acordo militar

Nesta segunda-feira, Equador e Venezuela assinaram um acordo de Cooperação Técnico-Militar com o objetivo de garantir o emprego do armamento e material de defesa nas áreas de inteligência militar, operações de paz, homologação de gastos, investigação oceanográfica e no Programa Antártico.

Por meio deste instrumento, os dois países pretendem modernizar as respectivas Forças Armadas através da transferência de tecnologia, desenvolvimento das indústrias de defesa, reparação de aeronaves, veículos de combate, navios, sistemas de defesa aérea, equipamentos e armamento individual.

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