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29/07/2009
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Petrobras e PDVSA buscam acordo

Petrobras e PDVSA buscam acordo

As estatais do petróleo do Brasil e da Venezuela tentam chegar a um acordo para viabilizar a construção da refinaria Abreu e Lima, que será levantada em Pernambuco.

Nesta terça-feira, o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrieli, esteve em Caracas, para negociar os pontos pendentes.

Ele pretende ter tudo resolvido até setembro quando os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Hugo Chávez se reúnem. O venezuelano chegou a anunciar que está tudo acertado.

O acordo também será objeto de investigações por parte da CPI da Petrobras que deverá ser instalada no Senado Federal, em agosto. O Tribunal de Contas da União (TCU) já teria constatado irregularidades nas obras.

Para o TCU, há indícios de superfaturamento. Apenas 15% das obras da refinaria estão concluídas e não receberam recursos da Venezuela.

O projeto foi lançado em 2005 e previa uma participação de 60% da Petrobras e 40% da estatal venezuelana.

Abreu e Lima deverá processar cerca de 230 mil barris de petróleo por dia.

De acordo com a Petrobras, o acordo ainda não saiu do papel por conta de impasses quanto ao preço do petróleo, custo do investimento e a comercialização dos produtos oriundos de Abreu e Lima.

A Petrobras confirmou que o custo inicial do empreendimento, de US$ 4,5 bilhões, será revisto.

A empresa também confirmou que mantém interesse em atuar na exploração de petróleo na faixa do Orinoco, na Venezuela.

Financiamento

Nesta quinta-feira, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), formaliza com a Petrobras, um empréstimo de R$ 25 bilhões.

Os recursos pretendem reforçar as reservas da empresa e viabilizar o Plano Estratégico que será implementado em cinco anos ao custo estimado de R$ 174 bilhões.

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