Brasília, 22 de fevereiro de 2019 - 04h27

Conselho de Segurança

07 de maio de 2005
por: InfoRel
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O ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Diogo Freitas do Amaral, afirmou em sua rápida passagem pelo paà­s, que o Brasil é uma potência emergente com a qual Portugal deseja ampliar as relações, inclusive comerciais.

Ele disse que o Brasil terá o apoio de Portugal para ocupar um assento no Conselho de Segurança da ONU, mas não acredita que a reforma das Nações Unidas sairá do papel num futuro próximo. No entanto, Portugal defende que a União Européia tenha uma posição comum em relação ao tema.

Portugal quer a ampliação do Conselho de Segurança com aumento dos membros não-permanentes, divergindo a posição brasileira que deseja um assento permanente. O novo governo socialista português apóia integralmente a proposta apresentada pelo Secretário-Geral da ONU, Kofi Annan.

Segundo Freitas do Amaral, “é preciso concentrar os esforços por uma reforma que inclua a ampliação dos membros do Conselho, com base numa melhor representatividade regional, sempre de forma rotativa para que todos os paà­ses tenham acesso”.

Na sua opinião, a ampliação do Conselho de Segurança será o tema mais difà­cil a ser resolvido. “Se não for possà­vel, deixemos que o tema amadureça, e o Brasil terá oportunidade quando houver esse amadurecimento, o que não deve ocorrer no médio prazo”, esclareceu.


O ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Diogo Freitas do Amaral, afirmou em sua rápida passagem pelo paà­s, que o Brasil é uma potência emergente com a qual Portugal deseja ampliar as relações, inclusive comerciais.

Ele disse que o Brasil terá o apoio de Portugal para ocupar um assento no Conselho de Segurança da ONU, mas não acredita que a reforma das Nações Unidas sairá do papel num futuro próximo. No entanto, Portugal defende que a União Européia tenha uma posição comum em relação ao tema.

Portugal quer a ampliação do Conselho de Segurança com aumento dos membros não permanentes, divergindo a posição brasileira que deseja um assento permanente. O novo governo socialista português apóia integralmente a proposta apresentada pelo Secretário-Geral da ONU, Kofi Annan.

Segundo Freitas do Amaral, “é preciso concentrar os esforços por uma reforma que inclua a ampliação dos membros do Conselho, com base numa melhor representatividade regional, sempre de forma rotativa para que todos os paà­ses tenham acesso”.

Na sua opinião, a ampliação do Conselho de Segurança será o tema mais difà­cil a ser resolvido. “Se não for possà­vel, deixemos que o tema amadureça, e o Brasil terá oportunidade quando houver esse amadurecimento, o que não deve ocorrer no médio prazo”, esclareceu.