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07/05/2005
Programa Nuclear
07/05/2005

Conselho de Segurança

Portugal apóia Brasil como membro não-permanente

O ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Diogo Freitas do Amaral, afirmou em sua rápida passagem pelo país, que o Brasil é uma potência emergente com a qual Portugal deseja ampliar as relações, inclusive comerciais.

Ele disse que o Brasil terá o apoio de Portugal para ocupar um assento no Conselho de Segurança da ONU, mas não acredita que a reforma das Nações Unidas sairá do papel num futuro próximo. No entanto, Portugal defende que a União Européia tenha uma posição comum em relação ao tema.

Portugal quer a ampliação do Conselho de Segurança com aumento dos membros não-permanentes, divergindo a posição brasileira que deseja um assento permanente. O novo governo socialista português apóia integralmente a proposta apresentada pelo Secretário-Geral da ONU, Kofi Annan.

Segundo Freitas do Amaral, “é preciso concentrar os esforços por uma reforma que inclua a ampliação dos membros do Conselho, com base numa melhor representatividade regional, sempre de forma rotativa para que todos os países tenham acesso”.

Na sua opinião, a ampliação do Conselho de Segurança será o tema mais difícil a ser resolvido. “Se não for possível, deixemos que o tema amadureça, e o Brasil terá oportunidade quando houver esse amadurecimento, o que não deve ocorrer no médio prazo”, esclareceu.

O ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Diogo Freitas do Amaral, afirmou em sua rápida passagem pelo país, que o Brasil é uma potência emergente com a qual Portugal deseja ampliar as relações, inclusive comerciais.

Ele disse que o Brasil terá o apoio de Portugal para ocupar um assento no Conselho de Segurança da ONU, mas não acredita que a reforma das Nações Unidas sairá do papel num futuro próximo. No entanto, Portugal defende que a União Européia tenha uma posição comum em relação ao tema.

Portugal quer a ampliação do Conselho de Segurança com aumento dos membros não permanentes, divergindo a posição brasileira que deseja um assento permanente. O novo governo socialista português apóia integralmente a proposta apresentada pelo Secretário-Geral da ONU, Kofi Annan.

Segundo Freitas do Amaral, “é preciso concentrar os esforços por uma reforma que inclua a ampliação dos membros do Conselho, com base numa melhor representatividade regional, sempre de forma rotativa para que todos os países tenham acesso”.

Na sua opinião, a ampliação do Conselho de Segurança será o tema mais difícil a ser resolvido. “Se não for possível, deixemos que o tema amadureça, e o Brasil terá oportunidade quando houver esse amadurecimento, o que não deve ocorrer no médio prazo”, esclareceu.

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