Brasília, 17 de novembro de 2018 - 14h18

Política

28 de junho de 2017
por: InfoRel
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Brasília - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou nesta terça-feira, 27, durante um ato político em Caracas, que o regime chavista não pensará duas vezes em recorrer às armas para evitar a própria queda e fazer o que não pode ser feito com votos. Segundo ele, a revolução bolivariana não será destruída no país.



De acordo com Maduro, "se a Venezuela afundar no caos e na violência, se a revolução bolivariana for destruída, nós iríamos ao combate, nós jamais nos renderíamos e faríamos com as armas o que não se pode fazer com os votos. Libertaríamos nossa pátria com as armas", afirmou.



Maduro advertiu o mundo para que escutasse o alerta, transmitido em cadeia de rádio e televisão no país, depois de três meses de protestos que deixaram 76 mortos. Na sua opinião, o seu governo é a "única opção" de paz no país. "Que ninguém se engane: queremos a paz, somos homens e mulheres de paz, mas somos guerreiros", assegurou.



Para o líder da oposição e governador de Miranda, Henrique Capriles, o presidente "declarou guerra" aos venezuelanos com essas as afirmações. Já Maduro afirmou que a escolha de uma Assembleia Nacional Constituinte para redigir uma nova Carta Magna para o país é o "único caminho para conseguir a paz" na Venezuela. A oposição considera essa uma estratégia para evitar eleições e o reconhecimento da Assembleia Nacional de maioria oposicionista.



A Mesa da Unidade Democrática, principal aliança de oposição, convocou os seus simpatizantes para que sigam com os protestos nas ruas do país e impedir que os centros eleitorais sejam usados para uma fraude no próximo dia 30 de julho, data marcada para a eleição da Assembleia Nacional Constituinte.



O governo de Maduro alertou que qualquer sabotagem ao processo eleitoral será punido com prisão.


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