Brasília, 07 de dezembro de 2019 - 00h28
Prioridade para o governo, privatizações superam R$ 100 bilhões em 2019

Prioridade para o governo, privatizações superam R$ 100 bilhões em 2019

23 de novembro de 2019 - 17:39:12
por: Marcelo Rech
Compartilhar notícia:

Brasília – O ministério da Economia informou que as privatizações já alcançam receita de R$ 100,5 bilhões em 2019. A informação foi dada nesta sexta-feira, 22, pelo secretário de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia, Salim Mattar, durante o “Privatizations Day”, evento promovido pelo Bank of America, em São Paulo.  

Segundo ele, foram R$ 51 bilhões em desestatizações, o que inclui a venda da TAG, BR Distribuidora e Liquigás. Em desinvestimentos, foram R$ 36,3 bilhões com a venda das ações do IRB e Neoenergia. E R$ 13,2 bilhões com a venda de campos de petróleo pela Petrobrás.

Mattar explicou que “nossas privatizações até agora já somam R$ 100,5 bilhões. Nós devemos chegar a R$ 110 bilhões este ano. Isso significa mais eficiência no mercado, melhor alocação de recursos”. O secretário lembrou que a União possui participação em mais de 600 empresas, entre as de controle direto, subsidiárias e coligadas. “Queremos reduzir o tamanho do Estado. A União possui hoje 632 participações em empresas. Nosso estado se perdeu. Em outubro, um grande hospital em Belo Horizonte não tinha gaze para fazer cirurgia, mas naquele momento nós tínhamos R$ 110 bilhões em participações no BNDESPar”, afirmou.

Mattar também falou sobre as medidas que a equipe econômica está tomando e que estão começando a surtir os primeiros efeitos rumo ao ajuste da economia e retomada do crescimento. Entre as ações já realizadas, ele destacou a abertura do mercado de gás e aviação e a aprovação da Lei da Liberdade Econômica.

“Nós viemos transformar o estado e o governo já tem feito muita coisa. Nós estamos realizando uma série de realizações para irrigar o mercado e que ele tenha vida própria e uma competição saudável. Tenho a convicção que o Brasil vai dar certo “, concluiu.