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Retorno do Paraguai ao Mercosul não está garantido

Retorno do Paraguai ao Mercosul não está garantido

Brasília – As eleições presidenciais de 21 de abril no Paraguai não garantem o retorno do país ao Mercosul. Foi o que deu a entender o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, em audiência pública da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional do Senado, na última quinta-feira, 4.

“O objetivo dos observadores é verificar as condições em que se realizam as eleições paraguaias. Esperamos que a suspensão seja superada por este processo eleitoral”, afirmou.

Após as eleições os países do bloco e da UNASUL irão se reunir para avaliar a situação do país e o cumprimento das normas democráticas. O observador da UNASUL nas eleições será o argentino Carlos Chacho Álvarez, Secretário-Geral da Associação Latino-Americana de Integração (ALADI).

Álvarez chefiará uma missão especial que contará com um funcionário de cada país membro da UNASUL. Em outubro passado, ele exerceu a mesma função nas eleições venezuelanas.

O Brasil também decidiu não enviar embaixador para Assunção até a posse do novo presidente em agosto.

Na avaliação da diplomacia, a retirada do embaixador Eduardo dos Santos, agora Secretário-Geral do Itamaraty, deu-se no atual governo, portanto não faz sentido enviar um novo diplomata para o cargo antes da troca de governo.

A decisão deverá ser seguida pelos demais países do Mercosul e da UNASUL.

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