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Seminário discute comércio entre Brasil e Repúblic

Seminário discute comércio entre Brasil e República Dominicana

O secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Welber Barral, participa nesta segunda e terça-feira (19 e 20/7) do “Seminário Internacional: Aspectos Técnicos das Exportações entre a República Dominicana e o Brasil”, em Santo Domingo.

O evento é organizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex-Brasil) e o Centro de Exportação e Investimentos da República Dominicana (CEI-RD).

O objetivo é discutir maneiras de aumentar o comércio bilateral, que foi de US$ 154,5 milhões de janeiro a junho deste ano, aumento de 31% em relação ao mesmo período de 2009.

Além disso, serão discutidas as barreiras fitossanitárias, regimes alfandegários e aduaneiros e sistemas de transporte e logística dos dois países.

Do lado brasileiro, há interesse em mostrar aos empresários da República Dominicana como eles podem atuar no mercado do país.

Segundo Welber Barral, “ainda existe uma falsa impressão de que o Brasil é fechado para estes mercados. Nos últimos anos, no entanto, a participação dos países em desenvolvimento nas exportações brasileiras aumentou bastante e, hoje, elas alcançam quase 60%”.

Ele explicou ainda que há possibilidade de aumento das vendas de produtos dominicanos ao Brasil, uma vez que o consumo interno de bens de consumo e de bens de capital vem aumentando consideravelmente.

Comércio bilateral

Nos primeiros seis meses de 2010, as exportações brasileiras para a República Dominicana somaram US$ 149,1 milhões, representando acréscimo de 31,1% em relação ao mesmo período de 2009.

O país respondeu por 0,2% das exportações totais do Brasil.

Os produtos mais vendidos foram pisos e revestimentos cerâmicos; papel e cartão revestidos, impregnados e recobertos; aparelhos transmissores ou receptores e componentes; veículos de carga; e açúcar de cana em bruto.

Já as importações brasileiras alcançaram US$ 5,4 milhões, com aumento de 26,4% em relação aos seis primeiros meses de 2009, quando foi importado US$ 4,3 milhões desse mercado.

Os produtos mais adquiridos foram aparelhos para interrupção e proteção de energia; instrumentos e aparelhos médicos; obras e plástico e outras; pastas, gazes e ataduras contendo substâncias farmacêuticas; e alumínio em desperdícios e resíduos.

Caribe

As exportações brasileiras para o Caribe somaram US$ 2,828 bilhões no primeiro semestre de 2010, o que representou aumento de 64,2% sobre igual período de 2009, ano em que as vendas externas foram de US$ 1,722 bilhão.

A participação das exportações para o mercado caribenho, em relação ao total exportado pelo Brasil, foi de 3,2%, superior aos 2,5% registrados no primeiro semestre de 2009.

O ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, informou também que os principais produtos vendidos foram óleos de petróleo, óleos combustíveis, minérios de ferro e seus concentrados, aviões e farelo e resíduos da extração de óleo de soja.

As importações, na mesma comparação semestral, decresceram 3,0%, ao passarem de US$ 287,1 milhões para US$ 278,6 milhões.

A participação no total importado pelo Brasil diminuiu de 0,51% para 0,34, em 2010.

Os destaques ficaram para petróleo em bruto, amoníaco anidro ou em solução aquosa (amônia), gasolina, coque de petróleo e cimentos hidráulicos.

No primeiro semestre de 2010, o saldo comercial foi positivo para o Brasil em US$ 2,549 bilhões.

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