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11 de janeiro de 2011
por: InfoRel
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Nesta segunda-feira, os senadores republicanos John McCain (Arizona) e John Barrasso (Wyoming), estiveram com os ministro da Defesa, Nelson Jobim, da Casa Civil, Antônio Palocci, o vice-presidente Michel Temer, e a presidente Dilma Rousseff.



Na pauta, a defesa dos caças F-18 fabricados pela Boeing e que disputa a licitação da Força Aérea Brasileira (FAB) junto como Gripen NG da sueca Saab e o Rafale da francesa Dassault.



Dilma Rousseff deixou claro que sem transferência de tecnologia não há negócio.



McCain se comprometeu em conseguir as garantias do Congresso e do presidente Barack Obama de que haverá transferência de tecnologia caso o escolhido seja o avião norte-americano.



Segundo ele, o F-18 é disparado a melhor opção para o Brasil.



Nelson Jobim reafirmou que o assunto só deve ser resolvido no final do primeiro semestre. Até lá, Dilma pretende reunir-se em Washington com Obama.



Além do Programa FX, ela quer incluir outros temas na cesta de discussão com o governo norte-americano, como o acesso do etanol brasileiro ao mercado dos Estados Unidos e o papel das grandes potências no G-20.



Os parlamentares afirmaram que apóiam uma parceria entre os dois países para a produção e comercialização de biocombustíveis no mercado internacional.



No dia da posse, a presidente cobrou mais diálogo dos Estados Unidos com a região em conversa com a Secretária de Estados Hilary Clinton.



No encontro com Jobim, os parlamentares de oposição ao presidente Barack Obama, conversaram sobre a atuação dos militares brasileiros no Haiti.



De acordo com o ministro, os militares atuam não apenas na segurança, mas também na reconstrução do país que há um ano sofreu um dos piores terremotos da história.



Jobim explicou que o Haiti não precisa apenas de tropas, mas de obras de infra-estrutura e projetos de investimento e citou como exemplo a construção de uma hidrelétrica no país com o apoio brasileiro.



O ministro defendeu ainda uma maior integração entre Brasil e Estados Unidos no apoio àquele país.



A implementação da Estratégia Nacional de Defesa e do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), também foram discutidos.

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