Brasília, 18 de novembro de 2018 - 13h32

SISFRON será implantado em quatro fases entre 2012

12 de dezembro de 2011
por: InfoRel
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Brasília - O Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON) será implantado em quatro fases entre 2012 e 2021 e custará cerca de R$ 12 bilhões. Desse total, R$ 5,8 bilhões já estão previstos no Plano Plurianual (PPA) 2012-2015.



A primeira fase do SISFRON será a implantação do Projeto Piloto em Dourados (MS) entre 2012 e 2013. Entre 2014 e 2016, o sistema será levado para a região de fronteira coberta pelo Comando Militar da Amazônia. Entre 2017 e 2019, será a vez dos estados do Comando Militar do Oeste, e a última fase será no Comando Militar do Sul entre 2020 e 2021.



O Exército acredita que o SISFRON estará completamente operacional em 2022.



Para 2012, o SISFRON tem assegurados R$ 105 milhões e o Exército tenta aumentar esse valor para R$ 350 milhões.



De acordo com o general da reserva João Roberto de Oliveira, assessor do Comandante do Exército para o SISFRON, o sistema será adaptado às peculiaridades de cada região fronteiriça e a prioridade nas compras será das empresas brasileiras.



Segundo ele, "as empresas estrangeiras que nos procuram estão sendo estimuladas a se associarem com empresas brasileiras e aquelas que, por exemplo, não transferem tecnologia, serão descartadas", afirmou.



João Roberto de Oliveira reconhece que o mais importante neste momento é assegurar os recursos financeiros para que o cronograma de implantação do sistema não sofra atrasos e o Brasil não tenha de recorrer a empréstimos internacionais.



O receio é que a concessão desse dinheiro implique a compra de algum produto ou equipamento do país que empresta.



O Exército quer ainda aproveitar o desenvolvimento do SISFRON para formar mão-de-obra qualificada e permitir que seus institutos de pesquisa agreguem valor com o projeto, afinal de contas, serão dez anos de implementação e país nenhum transfere 100% de tecnologia.



Um dos equipamentos mais importantes, o radar de vigilância terrestre, o Brasil quer começar a desenvolver já em 2012.

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