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UNASUL aprovará cláusula contra Golpes de Estado

UNASUL aprovará cláusula contra Golpes de Estado

No próximo dia 26, os Chefes de Estado da União das Nações Sul-Americanas (UNASUL), se reúnem em Geogetown, Guiana, para discutir a adoção de uma cláusula democrática para o Tratado Constitutivo do bloco.

A idéia ganhou força após os eventos em Quito e Guayaquil, no dia 30 de setembro. Para o presidente equatoriano Rafael Correa, houve uma tentativa de golpe no país.

O governo da Guiana informou ainda que os países da UNASUL pretendem homenagear o presidente Luiz Inácio Lula da Silva que participa do seu último encontro na UNASUL como Chefe de Estado.

Lula participará do evento na companhia da presidente eleita Dilma Roussef.

Particularmente, a Guiana destaca o apoio brasileiro à construção de uma ponte sobre o rio Takatu, de uma usina hidrelétrica naquele país e a pavimentação de uma rodovia que corta a floresta amazônica dentro da Guiana.

Ibero-americana

Nesta quinta-feira, o ministro de Relações Exteriores do Equador, Ricardo Patiño, informou que o seu país também pretende discutir a ameaça de golpes de Estado na América Latina, durante a Cúpula Ibero-americana que será realizada em Mar del Plata, na Argentina, nos dias 3 e 4 de dezembro.

Atualmente, o Equador ocupa a presidência pro tempore da UNASUL.

O país entende que é preciso rechaçar em todos os foros regionais as ameaças de ruptura democrática.

Patiño anunciou ainda que o presidente de Honduras, Porfírio Lobo, não será convidado para a XX Cúpula Ibero-americana uma vez que a maioria dos países que integram o bloco não o reconhecem.

No ano passado, Honduras ficou de fora da mesma cúpula realizada em Portugal.

Neste ano, vários países ameaçaram não participar do encontro caso Lobo fosse convidado.

Mudanças climáticas

Nesta quinta-feira, a chancelaria equatoriana reuniu em Quito, especialistas de diversos países da região para discutir o impacto das mudanças climáticas na América do Sul.

De acordo com o governo equatoriano, o principal objetivo é analisar os mecanismos alternativos, não comerciais, e voluntários em busca de ações de combate às mudanças climáticas.

Os resultados do encontro serão levados aos Chefes de Estado na cúpula presidencial de Geogetown, no dia 26.

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