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Democracia

Unasul terá observadores nas eleições no Paraguai e Venezuela

Brasília – A União das Nações Sul-Americanas (Unasul) terá observadores eleitorais no Paraguai, neste domingo, 15, e na Venezuela, em 6 de dezembro. O Paraguai realizará eleições municipais enquanto na Venezuela o pleito será para renovar os mandatos dos membros da Assembleia Nacional.

O Paraguai também terá observadores da Organização dos Estados Americanos (OEA), o que foi vetado por Caracas. Tanto o presidente Nicolás Maduro como o presidente da Assembleia Nacional, Diosdado Cabello, acusam o Secretário-Geral da OEA, Luís Almagro, de interferir em assuntos internos. Almagro questionou recentemente a falta de transparência no pleito.

No Paraguai, tanto os observadores da Unasul como da OEA e da União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore) terão acesso irrestrito aos partidos de oposição e aos locais de votação. A garantia foi dada diretamente pelo presidente Horacio Cartes que se reuniu com ambos os grupos.

O coordenador-geral da Missão de Observação Eleitoral da Unasul no Paraguai, Patrício Valdéz, destacou que o mais importante é que as eleições sejam realizadas sem incidentes e com total transparência. A delegação da Unasul para as eleições no país será integrada por 16 pessoas.

Já na Venezuela, ficou decidido que o chefe da missão de observadores será indicado pelo Uruguai e deverá contar com o consenso dos demais países membros. A partir desta indicação, serão definidos o número de integrantes e suas nacionalidades.

O ex-presidente do STF e ex-ministro da Justiça e Defesa, Nelson Jobim, foi descartado pelo governo venezuelano e o ministro do TSE, Dias Toffoli, recusou convite para participar justamente por questionar a ausência de transparência no processo eleitoral daquele país.

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