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Oriente Médio

União Europeia aumenta sanções à Síria

A União Europeia decidiu na madrugada desta terça-feira, 24, que as 26 pessoas mais próximas ao regime do presidente sírio Bashar al Assad, não poderão mais pisar em solo europeu. Os ministros de Relações Exteriores também aprovaram medida para congelar os bens dessas pessoas na Europa.

Os europeus prometeram ainda reforçar o embargo e o controle de armas à Síria.

Após o encontro realizado em Bruxelas, o chanceler de Luxemburgo, Jean Asselborn, afirmou que as pessoas vinculadas ao presidente sírio impedidas de viajar à Europa, são suspeitas de terem cometido atos de tortura contra civis.

A UE decidiu ainda incluir a empresa aérea síria entre as entidades proibidas de fazer negócio com a Europa. Neste caso, a empresa está impedida de operar voos para o velho continente.

Assim que as decisões forem publicadas no Diário Oficial do bloco, as sanções europeias pesaram sobre 155 pessoas e 52 entidades que apoiam o presidente Assad.

Os países do bloco irão aumentar os rigores nas inspeções de aviões e navios que podem ser usados para levar armas para a Síria.

Armas químicas

Enquanto isso, a declaração de um porta-voz do governo sírio de que o país poderá usar armas químicas se for alvo de uma força estrangeira, aumentou as tensões na região.

Em Israel, o governo está em alerta, pois entende que essas armas poderão cair em mãos da organização libanesa Hezbolah que seguramente as utilizaria contra os israelenses.

O presidente norte-americano Barack Obama advertiu o regime. “Não deveriam sequer pensar em usar armas químicas, isso seria inaceitável”, afirmou.

Por outro lado, Damasco rejeitou a proposta da Liga Árabe para uma saída negociada de Bashar al Assad.

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