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22/06/2017
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22/06/2017

Geopolítica

Vice-presidente norte-americano visitará Argentina, Chile, Colômbia e Panamá

Brasília – O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, visitará a Argentina, Chile. Colômbia e Panamá entre os dias 13 e 18 de agosto. O anúncio foi feito por ele mesmo no encerramento da Conferência sobre Prosperidade e Segurança na América Central, realizada em Miami, nesta quarta-feira, 21.

Pence iniciará o giro pela Colômbia passando por Cartagena e Bogotá. De lá seguirá para Buenos Aires, Santiago e Cidade do Panamá. “Ante as diretrizes do presidente Trump, e em um sinal da grande importância que ele confere a esta região, em agosto viajarei pelas Américas do Sul e Central”, confirmou. A expectativa é que o vice-presidente participe da Cúpula do G-20 a ser realizada na capital argentina.

O presidente norte-americano insiste em que fortalecerá os laços com a região, a pesar do corte drástico do orçamento para 2018 de ajuda aos países latino-americanos e caribenhos.

Além disso, Mike Pence pretende implementar uma “associação compartilhada” com a América Central para conter a imigração ilegal, derrotar as gangues e os cartéis transnacionais de drogas, e pôr fim à corrupção. “Isto debe terminar e isto terminará”, assegurou.

“Estejam seguros que os Estados Unidos está orgulhoso da nossa sólida associação com as nações do Triângulo Norte. Estamos comprometidos a fortalecer essa associação para que possamos seguir abordando os problemas de nossa vizinhança”, afirmou.

Para os militares norte-americanos, o que acontece nos países do Triângulo Norte como El Salvador, Honduras e Guatemala afeta diretamente os interesses econômicos e de segurança dos Estados Unidos e dos demais países da região.

Já o Secretário de Estado, Rex Tillerson, destacou que “para impulsionar a prosperidade econômica, é imperativo que trabalhemos juntos para fortalecer a economia formal e diminuir os impulsores da imigração ilegal e outras atividades ilícitas”.

Sobre os cortes de recursos destinados à região, Tillerson garantiu que “isto não é um indício de que de alguma maneira o nosso interesse se veja diminuído na região. Há um dinheiro substancial no orçamento para continuar o nosso compromisso para apoiar as medidas de segurança e aplicação da lei”, afirmou.

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