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17/04/2015

Cooperação

Wagner recebe dez ministros e 15 vice-ministros da Defesa em feira

Marcelo Rech, especial do Rio de Janeiro

O ministro da Defesa, Jaques Wagner, recebeu oito ministros e 15 vice-ministros da Defesa durante os dois primeiros dias da 10ª LAAD Defence &Security – maior feira da América Latina do setor, que acontece no Riocentro.  No total, foram conversas com dez ministros da Defesa (França, República Tcheca, Suriname, Mauritânia, São Tomé e Príncipe, Paraguai, África do Sul, Jamaica, Iraque e Turquia) e 15 vice-ministros.

De acordo com o ministério da Defesa, os encontros serviram para fortalecer a cooperação na área de defesa entre o Brasil e as nações-amigas. Antes da abertura oficial da LAAD, Jaques Wagner recebeu, também, comitivas dos Estados Unidos e de representantes da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) – que contou com a presença do ministro da Defesa de Portugal, José Pedro Aguiar-Branco.

Além do ministro, outras autoridades brasileiras participaram de rodadas de intercâmbio de experiências e compartilhamento de setores de interesse conjunto, como o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, general José Carlos De Nardi, que esteve em 14 encontros bilaterais, com integrantes de delegações da Alemanha, Espanha, Itália, Irã, Polônia, Camarões, Colômbia, Rússia, Zâmbia, África do Sul, Eslováquia, Grécia, Romênia e Bolívia.

Na avaliação do diretor do Departamento de Ciência e Tecnologia Industrial do Ministério da Defesa, general Aderico Pardi Visconti Mattioli, a feira representa “excelente oportunidade para aproximar parcerias, criar e aprofundar as relações com os países-amigos”.

Ele resumiu os principais tópicos debatidos nas reuniões em que participou. O Japão, por exemplo, primeira vez tem um adido de defesa no Brasil e vice-versa. “Essa adidância foi aberta ano passado”, afirmou. Mattioli explicou que os japoneses vieram à LAAD para verificar as potencialidades da defesa brasileira.

Acerca de encontro com os representantes da Grécia, reiterou a possibilidade de apoio em suporte logístico e operacional na vertente marítima. E, no caso de El Salvador, lembrou que a cooperação com o país já é antiga e existem militares cursando capacitações em ambos Estados. “Eles têm interesse em sistemas de vigilância e controle marítimo”, finalizou.

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