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Brasil e Bolívia dão início ao projeto hidroelétrico binacional

Brasília – Nesta terça-feira, 22, uma comissão conformada por representantes do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), da Empresa Nacional de Eletricidade (ENDE) e da Eletrobras abriram os envelopes com as ofertas para a realização do ‘Estudo de inventário hidroelétrico binacional em parte da Bacia do Rio Madeira e afluentes localizados em território boliviano e brasileiro’.

O ato foi realizado em Brasília e a Comissão de Avaliação trabalhará nos próximos meses até encerrar o processo de seleção. A licitação terá financiamento a fundo perdido da CAF de US$ 600 mil e aportes da ENDE e Eletrobras de US$ 3,5 milhões cada um.

O estudo da Bacia do Rio Madeira, que deverá ser realizado em um prazo não maior que 18 meses, tem por objetivo determinar o potencial hidroelétrico na fronteira entre os dois países.

“Com esse projeto, vamos consolidando um dos objetivos da Agenda Patriótica 2025: Gerar excedentes econômicos para o país mediante a exportação de eletricidade e posicionar a Bolivia como o Centro Energético da América do Sul”, assinalaram os dirigentes da estatal boliviana de energia, ENDE.

Corredor Bioceânico Central

O governador de Tacna, no Peru, Omar Jiménez, trabalha para viabilizar a construção do Corredor Bioceânico Central e acaba de lançar o livro “Tacna, coração do litoral Sul-Americano: terra de oportunidades”, que busca impulsionar a construção do Corredor Bioceânico Central, que projeta unir o porto brasileiro de Santos com o Pacífico peruano, passando pela Bolivia, país que lidera a iniciativa.

“Este projeto fará com que nossa região receba gente de todo o mundo. Tacna é uma cidade cosmopolita, sua posição no coração do litoral da América do Sul faz com que seja bem vista pelos países asiáticos para temas comerciais e de exportações”, assegurou.

Jiménez afirmou ainda que tanto a linha férrea, como a rodovia e o porto representam uma grande oportunidade para desenvolver uma zona econômica em pelo menos 110 mil hectares do sul peruano. “Esta via facilitará as relações comerciais com a China, Índia, Japão, Cingapura e o restante da Ásia”, destacou.

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